| Aborto em nome da arte ?! |
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| Por Alvaro Soares - Conselho RCC | |
| 11 de julho de 2008 | |
“Não matarás” (Ex 20,13)
No dia 9 de Julho último, a Comissão de Constituição e Justiça do Congresso Nacional do Brasil, votou por retirar de vez, uma lei que tramitava à 17 anos naquela casa sobre a descriminalização do aborto ou, fazendo mais juz à lei, legalização ampla de abortos no Brasil. Ainda existem formas de ressuscitar o projeo de lei, mas continuemos em oração para que o bom-senso continue imperando entre os parlamentares.
Só para se ter uma idéia de como tal lei é pernisciosa, vou citar um fato que recentemente foi alvo de todos os jornais aqui nos EUA.
Uma estudante de artes em uma das mais conceituadas e famosas universidades do mundo, Yale, em 17 de abril último, deu uma entrevista ao New York Times, para explicar o seu “projeto de arte”, cujo o mesmo consistia em 3 elementos: uma escultura feita de sangue e vaselina, uma descrição dos meios usados para conceber o projeto, e um video onde mostrava a “artista” sendo inseminada artificialmente e depois tomando ervas abortivas, para então abortar e usar o sangue, produto destes abortos, na sua “obra de arte”. É de arrepiar não é mesmo!? Mas a artista relcama no seu video “artístico” que se inseminou e abortou NOVE vezes para fazer deste “projeto um sucesso”.
Foi uma declaração tão estarrecedora, que fez com que a direção da Yale (que tambem é conhecida como uma das universidades mais liberais do mundo) tomasse a decisão de chamar a aluna e pedir explicações, além de contestar a natureza ética do projeto.
Segundo a direção, que mais tarde soltou uma nota tambem no New York Times, a aluna “confessou” que toda a estória dos abortos era uma “farsa e que na verdade o projeto consistia em abordar o que a mulher poderia fazer com o seu próprio corpo, e isto, era a verdadeira arte”. Acrescentou tambem, que “se a universidade dissesse algo para desmentí-la, ela assumiria publicamente que a Yale estava pressionando-a para desmentir o fato para não manchar a natureza ética da instituição”.
Enfim, se é verdade ou não a estória dos 9 abortos, só ela e Deus sabem, pois pelo fato do aborto, sem restrições, ser um ato legal nos EUA, mesmo em nome da “arte”, não é condenável ou passível de penas, por mais anti-ético que possa parecer.
Porém, para nós brasileiros fica uma lição, lutar com todas as nossas forças, contra o governo e intituições que pregam “o direito de decidir da mulher”, para que uma lei igual à esta, de descriminalização do aborto, JAMAIS possa entrar em vigor em nosso país. Nos EUA esta lei entrou em vigor em 1973 e desde lá, em torno de 50 milhões de mortes de bebes por aborto já foram realizados. 50% destes abortos são feitos por mulheres abaixo de 25 anos e por opções diversas, apenas 4% dos abortos são feitos por mulheres pobres e apenas 1% (um por cento) são por problemas relacionados à estupros. É preciso, que como Cristãos, possamos ver todos os dados que hoje estão disponíveis e não engolir o que os grupos que advogam pelo "direito de decidir" querem nos passar para tentarem aprovar leis hediondas como a da descriminalização do aborto. Que Deus nos proteja nesta luta pela vida. |
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